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A Faculdade Brasília

Conheça nossa história

PDI - Plano de Desenvolvimento Institucional

Este Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), que abrange o período de 2018 a 2022 foi elaborado pela equipe pedagógica da Faculdade Reeducar de Brasília, com a participação de dirigentes da entidade mantenedora, com a finalidade de estabelecer norteamentos para os próximos cinco anos de trabalho.

Este documento atende plenamente as normas para a oferta de cursos de graduação em instituições que visam integrar o Sistema Federal de Ensino, e consolida a definição da missão, das diretrizes acadêmicas, das proposições políticas e do plano de gestão da Faculdade Reeducar de Brasília, evidenciando os objetivos, metas globais e ações a serem alcançados no período 2018-2022, definidos com base na análise situacional a ser monitorada pela CPA – Comissão Própria de Avaliação, e na visão dos diversos cenários possíveis registrados nos documentos institucionais.

A atual gestão propõe-se a executar o presente Plano de Desenvolvimento Institucional por meio de planejamento estratégico e participativo, atendendo à qualificação técnica, formal e social, reafirmando sua missão de Instituição de Ensino Superior. 

A consolidação da oferta de educação superior pela Faculdade Reeducar de Brasília atenderá a uma importante demanda regional, e apresentará uma valorosa resposta às expectativas que a sociedade local depositou no desenvolvimento e no papel da mantenedora.

Este PDI será monitorado e avaliado periodicamente, com o objetivo de corrigir e adequar metas e ações à legislação e normas vigentes, aplicadas ao contexto de inserção regional da Faculdade Reeducar de Brasília.

O Ministério da Educação recomenda que a elaboração do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) deverá explicitar o modo pelo qual o documento foi construído e a interferência que exercerá sobre a dinâmica da Instituição, tendo como pressuposto o atendimento ao conjunto de normas vigentes. Sendo assim, o PDI consiste em

Instrumento de planejamento e gestão, que considera a identidade da IES no âmbito da sua filosofia de trabalho, da missão a que se propõe, das estratégias para atingir suas metas e objetivos, da sua estrutura organizacional, do Projeto Pedagógico Institucional, observando as diretrizes pedagógicas que orientam suas ações e as atividades acadêmicas e científicas que desenvolve ou visa a desenvolver. O PDI deve ser mantido atualizado e coerente com a organização acadêmica da IES e contemplar também: o cronograma e a metodologia de implementação dos objetivos; metas e ações da IES, observando a articulação entre as diversas ações; a manutenção de padrões de qualidade; perfil do corpo docente e de tutores; oferta de cursos de graduação e pós-graduação, presenciais e/ ou a distância; descrição da infraestrutura física e  instalações acadêmicas; demonstrativo de capacidade e sustentabilidade financeiras, observadas as exigências do Decreto nº 5.773/06. (MEC, 2017).

O Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) é um pré-requisito presente nos processos regulatórios dos Cursos Superiores. Destacamos os dispositivos legais de
orientação à elaboração do nosso PDI:

a) Lei Nº 9.394/1996 (LDB), Lei No 10.861/2004, Decreto Nº 2.494/1998; Decreto No 3.860/2001, Decreto Nº 4.914/2003; Decreto Nº 5.154/2004, Decreto Nº 5.224/2004 e Decreto Nº 5.225/2004, Portaria MEC Nº 301/1998, Portaria MEC Nº 1.466/2001, Portaria MEC Nº 2.253/2001, Portaria MEC Nº 3.284/2003, Portaria MEC Nº 7/2004, Portaria MEC Nº 2.051/2004, Portaria MEC Nº 3.643/2004, Portaria MEC nº 4.361/2004, Resolução CES/CNE No 2/1998, Resolução CNE/CP No 1/1999, Resolução CES/CNE Nº 1/2001, Resolução CP/CNE Nº 1/2002 (art.7º), Resolução CES/CNE No 10/2002, Parecer CES/CNE Nº 1.070/1999.

b) Lei Nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996 (LDB): Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, e seu art. 46 faz referência ao processo de regulação entre outros subsídios. Salienta-se que os itens de exercício da autonomia universitária constantes no art. 54, § 1º são também peças do Plano de Desenvolvimento Institucional.

c) Lei Nº 10.861 de 14 de abril de 2004: Institui o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES e dá outras providências. Em seu art.º 3º A alínea I, traz o Plano de desenvolvimento Institucional como um dos instrumentos para identificar o perfil e o significado de atuação da IES.

d) Decreto n. 5.773, de 9 de maio de 2006: Dispõe sobre o exercício das funções de regulação, supervisão e avaliação de instituições de educação superior e cursos superiores de graduação e sequenciais no sistema federal de ensino. Em seu art. 15 contempla como pré-requisito do processo regulatório a apresentação do PDI e no art. 16 quais são os elementos mínimos constantes no documento.

e) Plano Nacional de Educação – PNE: O novo PNE apresenta dez diretrizes objetivas e 20 metas, seguidas das estratégias específicas de concretização. O texto prevê formas de a sociedade monitorar e cobrar cada uma das conquistas previstas. As metas seguem o modelo de visão sistêmica da educação estabelecido em 2007 com a criação do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE).

Partindo dessa perspectiva organizacional e sustentada em reflexões e na construção coletiva, apresentamos o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI da Faculdade Reeducar de Brasília, no Distrito Federal. A construção do PDI foi consolidada pela equipe de pedagógica e administrativa que substancialmente contribuíram para a efetivação das ações, metas e propostas contidas nesse documento.

A Faculdade Reeducar de Brasília cuja mantenedora é a Fundação Boa Vontade e se vê comprometida com a valorização do desenvolvimento humano, social, profissional e tecnológico.

A Fundação Boa Vontade é inspirada nos ideais de valorização e promoção humana e social, buscando precipuamente o respeito aos valores éticos, morais e sociais da pessoa e da família.

Leia mais

Clique aqui para baixar o plano na integra.

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Matrícula: Graduação

A Secretaria Acadêmica da Faculdade Brasília – FBr é o departamento responsável pelo registro acadêmico do aluno.

No Atendimento Geral da Faculdade Brasília – FBr o aluno(a) poderá solicitar os seguintes documentos como: histórico escolar, declarações, realizar matrícula, renovação de matrícula, aproveitamentos de estudos, carteirinha estudantil, segunda via de boleto e informações pertinentes a sua vida acadêmica.

No site da Faculdade Brasília – FBr o aluno(a) poderá acessar o portal do aluno com a sua matrícula ou CPF a sua senha será fornecida quando efetivar matrícula.

Documentos necessários para matrícula:
  • Certificado de Conclusão do ensino Médio (2º grau);
  • Histórico Escolar (original e cópia);
  • CPF (original e cópia);
  • Título de eleitor (original e cópia);
  • 02 fotografias 3x4 recente;
  • Comprovante de residência (cópia de conta de água, luz ou telefone);
  • Certificado de alistamento militar ou reservista (original e copia) para o sexo masculino;
  • Certidão de nascimento (original e cópia) e no caso de casados, que tenham adotado o sobrenome do cônjuge, certidão de casamento (original e cópia).

Matrícula: Cursos Técnicos

A Secretaria Escolar da Escola Técnica – FBr é o departamento responsável pelo registro acadêmico do aluno.

No Atendimento Geral da Faculdade Brasília – FBr o aluno(a) poderá solicitar os seguintes documentos como: histórico escolar, declarações, realizar matrícula, renovação de matrícula, aproveitamentos de estudos, carteirinha estudantil, segunda via de boleto e informações pertinentes a sua vida acadêmica.

No site da Faculdade Brasília – FBr o aluno(a) poderá acessar o portal do aluno com a sua matrícula ou CPF a sua senha será fornecida quando efetivar matrícula.

Documentos necessários para matrícula:
  • Certificado de Conclusão do ensino Médio (2º grau);
  • Histórico Escolar (original e cópia);
  • CPF (original e cópia);
  • Título de eleitor (original e cópia);
  • 02 fotografias 3x4 recente;
  • Comprovante de residência (cópia de conta de água, luz ou telefone);
  • Certificado de alistamento militar ou reservista (original e copia) para o sexo masculino;
  • Certidão de nascimento (original e cópia) e no caso de casados, que tenham adotado o sobrenome do cônjuge, certidão de casamento (original e cópia).
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