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A Faculdade Brasília

Conheça nossa história

CPA - Comissão Própria de Avaliação

Coordenação:

  • Profª Janine Cristaldo Miranda de Albuquerque
  • Graduada em Pedagogia e Especialização em MBA
    Gestão de Instituições Educacionais pela UCB - Universidade Católica de Brasília.
  • cpa@faculdadebrasilia.com

Regulamento

INSTITUCIONAL DA FACULDADE REEDUCAR DE BRASÍLIA

CAPITULO I
Das considerações preliminares

Art.1º – Fica instituída na Faculdade Reeducar de Brasília a Comissão Própria de Avaliação – CPA, prevista no Regimento da Faculdade, promover a condução e a coordenação dos processos de avaliação institucional na instituição, em todos os seus níveis e instâncias.

Art. 2º – A Comissão Própria de Avaliação – CPA, reger-se-á pelo presente Regimento, como também pela legislação e normas vigentes para o Sistema Federal de Ensino.

CAPITULO II
Da autoavaliação da Instituição

Art. 3º – A Comissão Própria de Avaliação (CPA) deverá promover a autoavaliação da Instituição, obedecendo às seguintes dimensões:
I. a missão e o plano de desenvolvimento institucional;
II. a política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas formas de operacionalização, incluídos os procedimentos para o estímulo à produção acadêmica, as bolsas de pesquisa, de monitoria e demais modalidades;
III. a responsabilidade social da instituição, considerada especialmente no que se refere à sua contribuição em relação à inclusão social, ao desenvolvimento econômico e social, à defesa do meio ambiente, da memória cultural, da produção artística e do patrimônio cultural;
IV. a comunicação com a sociedade;
V. as políticas de pessoal, as carreiras do corpo docente e do corpo técnico-administrativo, seu aperfeiçoamento, desenvolvimento profissional e suas condições de trabalho;
VI. organização e gestão da instituição, especialmente o funcionamento e representatividade dos seus órgãos, sua independência e autonomia na relação com a mantenedora, e participação dos segmentos da comunidade da Faculdade nos processos decisórios;
VII. infraestrutura física, especialmente a de ensino e de pesquisa, biblioteca, recursos de informação e comunicação;
VIII. planejamento e avaliação, especialmente os processos, resultados e eficácia da autoavaliação institucional;
IX. Políticas de atendimento aos estudantes;
X. sustentabilidade financeira, tendo em vista o significado social da continuidade dos compromissos na oferta da educação superior.
§ 1º – Para a avaliação da Instituição serão utilizados procedimentos e instrumentos diversificados, observando a diversidade e especificidade das ações desenvolvida pela Faculdade.
§ 2º – Os resultados da avaliação deverão ser expressos em conceitos, ordenados em uma escala com 5 (cinco) níveis para cada uma das dimensões e ao conjunto de dimensões avaliadas, sendo os níveis 4 e 5 indicativos de pontos fortes e o 3, indicativo de mínimo aceitável e 2 e 1 indicativo de pontos fracos;

CAPITULO III
Do objetivo da avaliação dos cursos superiores

Art. 4º – A avaliação dos cursos superiores tem por objetivo identificar as condições de ensino oferecidas aos estudantes, em especial as relativas ao perfil do corpo docente, às instalações físicas e a organização didático-pedagógica.
§ 1º – Para a avaliação serão utilizados procedimentos e instrumentos diversificados, entre eles, aqueles utilizados para a autorização e reconhecimento dos cursos, a partir dos relatórios de visita in loco, realizados pelas comissões de especialistas das respectivas áreas do conhecimento, além de outros julgados pertinentes pela CPA.
§ 2º – Além dos procedimentos e instrumentos já mencionados deverão ser observados:
I. O perfil do corpo docente (títulos, experiência docente, experiência técnica/publicações e outros trabalhos próprios da área em que atua);
II. As condições das instalações físicas relacionadas com salas de aulas, laboratório, biblioteca, secretaria, diretoria, banheiros, acesso a deficientes físicos, espaço para convivência entre os alunos, representação estudantil, entre outros;
III. A organização didático-pedagógica;
IV. O desempenho dos discentes da Faculdade no ENADE e nas avaliações propostas pela CPA.
V. A relação entre os dados atualizados do Censo da Educação Superior e os dados obtidos da Secretaria da Faculdade, com vista à sua regularidade; e
VI. Outros aspectos considerados relevantes pela CPA.

CAPITULO IV
Da avaliação do desempenho dos estudantes

Art. 5º – A avaliação de desempenho dos alunos dos cursos superiores será realizada mediante a aplicação do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE.
§ 1º- A Comissão Própria de Avaliação aplicará diretamente exames correspondentes ao ENADE ao final de cada ano letivo ao conjunto ou amostra de alunos dos cursos superiores;
§ 2º- Para melhor compreensão dos resultados, os exames deverão ser acompanhados de instrumentos destinados a levantar o perfil socioeconômico dos alunos.
§ 3º- Sendo o ENADE componente curricular obrigatório deverá ser registrado no histórico escolar do aluno a sua situação regular com relação a essa obrigação, atestada por sua participação ou, quando for o caso, dispensa oficial pelo Ministério da Educação;
§ 4º- A inscrição dos alunos habilitados para participar do ENADE, nos prazos e condições estipulados pelo INEP, será responsabilidade do dirigente da Faculdade.
§ 5º- Para a realização das avaliações de desempenho dos alunos, a Comissão Própria de Avaliação deverá contar com a colaboração da Direção Acadêmica, das Coordenações de Cursos, além de outros órgãos da Faculdade.

CAPITULO V
Da Composição

Art. 6º – A Comissão Própria de Avaliação terá a seguinte composição:
I. 01 (um) representantes do corpo técnico-administrativo;
II. 01 (um) representantes do corpo discente;
III. 01 (um) representantes do corpo docente;
IV. 01 (um) representante da sociedade civil.
§ 1º Os representantes serão escolhidos pelos seus pares e designados pela Direção Geral;
§ 2º Os representantes que integram a Comissão Própria de Avaliação têm mandato de dois anos podendo haver uma recondução; § 3º A Comissão Própria de Avaliação – CPA escolherá, dentre seus membros, um Coordenador, em reunião especialmente designada para esse fim. § 4º Para fins administrativos, a instituição disponibiliza à Comissão Própria de Avaliação – CPA uma estrutura executiva, instalações, equipamentos e materiais necessários ao seu desempenho.

CAPITULO VI
Das competências dos membros da CPA

Art. 7º – São atribuições do Coordenador da Comissão Própria de Avaliação – CPA: I. conduzir o processo de avaliação institucional da instituição; II. representar a Comissão Própria de Avaliação – CPA, junto aos órgãos da instituição e à Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior – CONAES; III. prestar informações solicitadas pela Comissão Nacional de Avaliação da Educação Superior – CONAES e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP; IV. assegurar a autonomia do processo de avaliação;
V. convocar e presidir as reuniões Comissão Própria de Avaliação – CPA.
Art. 8º – Aos membros da Comissão Própria de Avaliação competem:
I. Participar da aprovação dos instrumentos que integram o processo de avaliação institucional;
II. Analisar e opinar sobre questões referentes aos instrumentos avaliativos e aos seus resultados;
III. Votar as diretrizes para a organização de comissões internas de avaliação, analisar relatórios, elaborar pareceres e encaminhar recomendações às instâncias competentes;
IV. Acompanhar a aplicação dos instrumentos de avaliação;
V. Formular propostas para o desenvolvimento da Faculdade, com base nas análises e recomendações produzidas nos processos avaliativos;
VI. Participar das reuniões mensais e extraordinárias, sempre que convocados.

CAPITULO VII
Das atribuições

Art. 9º – São atribuições da Comissão Própria de Avaliação – CPA: I. propor e avaliar a dinâmica, os procedimentos e os mecanismos internos da avaliação institucional, da avaliação de cursos e de desempenho dos estudantes; II. estabelecer diretrizes e indicadores para organização dos processos internos de avaliação, analisar relatórios, elaborar pareceres e encaminhar recomendações à Direção da instituição; III. acompanhar, permanentemente, e avaliar, anualmente, o Plano de Desenvolvimento Institucional – PDI, propondo alterações ou correções, quando for o caso; IV. acompanhar os processos de avaliação desenvolvidos pelo Ministério da Educação – MEC, realizando estudos sobre os relatórios avaliativos institucionais e dos cursos ministrados pela instituição; V. formular propostas para a melhoria da qualidade do ensino desenvolvido pela instituição, com base nas análises e recomendações exaradas nos processos internos de avaliação e nas avaliações realizadas pelo Ministério da Educação – MEC;
VI. prestar ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP informações quanto à autoavaliação institucional, às avaliações dos cursos e à avaliação externa da instituição, articulando quando necessário, seu trabalho com as Comissões Avaliadoras designadas pelo Ministério da Educação – MEC. VII. acompanhar a avaliação do desempenho dos estudantes dos cursos de graduação da instituição, realizada mediante aplicação do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE; VIII. realizar estudos sistemáticos sobre o desempenho dos estudantes dos cursos de graduação participantes do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE, em confronto com o desempenho demonstrado por esses alunos, no processo regular de avaliação da aprendizagem; IX. sugerir providências às Coordenações de Cursos, quando os resultados do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes – ENADE não forem satisfatórios.
Art. 10º – Para o cumprimento de suas atribuições a Comissão Própria de Avaliação contará com o apoio operacional e logístico da Direção da Faculdade Reeducar de Brasília;
Parágrafo Único – Será assegurada à Comissão de que trata o caput, autônoma em relação aos Conselhos e demais Órgãos estruturados na Faculdade.

CAPITULO VIII
Da avaliação

Art. 11 – A Comissão Própria de Avaliação organizará os procedimentos e os instrumentos para a avaliação, devendo contemplar a análise global e integrada ao conjunto de dimensões, estruturas, relações, compromisso social, atividades, finalidades e responsabilidades sociais da instituição de educação superior.

CAPITULO IX
Do planejamento

Art. 12 – As reuniões ordinárias da Comissão Própria de Avaliação serão realizadas três vezes por semestre e as extraordinárias conforme a demanda de trabalho.
Art. 13 – A Comissão Própria de Avaliação fará o planejamento para a execução da autoavaliação ou avaliação interna e o submeterá a aprovação da Direção da Faculdade.
Art. 14 – O projeto de Avaliação Interna da Faculdade será planejado de modo a organizar os procedimentos e os instrumentos para a avaliação, contemplando a análise global e integrada do conjunto de dimensões, estruturas, relações, compromisso social, atividades, finalidades e responsabilidades sociais da Faculdade, entre outros julgados pertinentes.

CAPITULO X
Das disposições finais

Art. 15 – Fica instituída a Comissão Própria de Avaliação da Faculdade Reeducar de Brasília, cabendo a Diretoria da Faculdade as providências necessárias ao cumprimento deste regimento;
Art. 16 – Este regulamento entra em vigor na data de sua publicação.

Leia mais
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Matrícula: Graduação

A Secretaria Acadêmica da Faculdade Brasília – FBr é o departamento responsável pelo registro acadêmico do aluno.

No Atendimento Geral da Faculdade Brasília – FBr o aluno(a) poderá solicitar os seguintes documentos como: histórico escolar, declarações, realizar matrícula, renovação de matrícula, aproveitamentos de estudos, carteirinha estudantil, segunda via de boleto e informações pertinentes a sua vida acadêmica.

No site da Faculdade Brasília – FBr o aluno(a) poderá acessar o portal do aluno com a sua matrícula ou CPF a sua senha será fornecida quando efetivar matrícula.

Documentos necessários para matrícula:
  • Certificado de Conclusão do ensino Médio (2º grau);
  • Histórico Escolar (original e cópia);
  • CPF (original e cópia);
  • Título de eleitor (original e cópia);
  • 02 fotografias 3x4 recente;
  • Comprovante de residência (cópia de conta de água, luz ou telefone);
  • Certificado de alistamento militar ou reservista (original e copia) para o sexo masculino;
  • Certidão de nascimento (original e cópia) e no caso de casados, que tenham adotado o sobrenome do cônjuge, certidão de casamento (original e cópia).

Matrícula: Cursos Técnicos

A Secretaria Escolar da Escola Técnica – FBr é o departamento responsável pelo registro acadêmico do aluno.

No Atendimento Geral da Faculdade Brasília – FBr o aluno(a) poderá solicitar os seguintes documentos como: histórico escolar, declarações, realizar matrícula, renovação de matrícula, aproveitamentos de estudos, carteirinha estudantil, segunda via de boleto e informações pertinentes a sua vida acadêmica.

No site da Faculdade Brasília – FBr o aluno(a) poderá acessar o portal do aluno com a sua matrícula ou CPF a sua senha será fornecida quando efetivar matrícula.

Documentos necessários para matrícula:
  • Certificado de Conclusão do ensino Médio (2º grau);
  • Histórico Escolar (original e cópia);
  • CPF (original e cópia);
  • Título de eleitor (original e cópia);
  • 02 fotografias 3x4 recente;
  • Comprovante de residência (cópia de conta de água, luz ou telefone);
  • Certificado de alistamento militar ou reservista (original e copia) para o sexo masculino;
  • Certidão de nascimento (original e cópia) e no caso de casados, que tenham adotado o sobrenome do cônjuge, certidão de casamento (original e cópia).
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